Marla, em seu apartamento, sentia o telefone em suas mãos tremer, não pelo aparelho, mas pela intensidade de sua própria raiva. A voz de Henrique, fria e definitiva ao dar o ultimato, ecoava em sua mente.
Era uma sentença, um exílio imposto de forma humilhante. Seu plano, cuidadosamente tramado para desestabilizar o relacionamento de Bárbara e Henrique, havia desmoronado como um castelo de cartas.
A humilhação era insuportável. Ela, Marla, que sempre se considerou indispensável, a "verdadei