Capítulo XXIV Parte 1

O prenúncio de que algo ruim aconteceria era claramente demonstrado pela natureza. De certa forma, o vento chorava a prisão injusta de Allan, e a neve era como um lenço que secava suas lágrimas. Como não sentir pena de alguém como aquele loiro? Mas deveria ela ter compaixão?

Não! Perpétua não devia se compadecer de ninguém. Durante toda a vida, poucos foram aqueles que a olharam com piedade. Mesmo nos momentos mais difíceis, era apenas a empregada, jogada ao canto.

Bom... devia admitir que nem
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