O vento batia na janela, demonstrando sua força e frieza. Lá fora, os animais noturnos deixavam sua marca através de sons, e a vida corria seu curso naquele inverno tenebroso.
Allan Hatton fechou os olhos, amaldiçoando a própria saúde que lhe dera uma bela rasteira. Quem diria que fosse pegar uma gripe, e ficar com febre? Logo ele, que se alimentava tão bem! Suspirando, aconchegou-se mais na cama.
— Abra a boca!
Olhou Mairi a sua frente com um prato de sopa, e cerrou os dentes.
— Não vou comer