Sophie acordou com o mundo girando e uma dor latejante martelando suas têmporas. A luz do sol parecia uma agressão. Ela se sentou na cama, o estômago se revirando, e correu para o banheiro a tempo de vomitar. O gosto amargo em sua boca era um lembrete patético de sua tentativa fracassada de normalidade.
Ela voltou para a cama, o corpo fraco e trêmulo. As imagens da noite anterior surgiram, fragmentadas. O bar, as risadas, a voz fria de Alexandre. E então... o beijo.
A forma como ele a segurou,