A luz da manhã entrava de forma pálida pelas cortinas entreabertas, iluminando a poeira que dançava no ar estático da sala de Sophie. O silêncio era desconfortável, interrompido apenas pelo som da cafeteira terminando o seu ciclo. Sophie estava sentada à mesa, as mãos em volta de uma caneca de chá que já havia esfriado. Ela não tinha pregado o olho. O peso das revelações de Alexandre e a explosão de Danilo na noite anterior haviam criado uma tempestade em sua mente que nenhuma noite de sono ser