(POV: Alexandre)
A ironia da situação era quase palpável, misturando-se ao vapor que começava a subir do box. Ali estava eu, o marido legítimo, encharcado pela ducha que ela acabou de abrir sobre mim, sendo forçado a me esconder enquanto o "noivinho" de fachada batia à porta. O pânico nos olhos de Sophie era uma mistura de terror e uma eletricidade que ela se recusava a admitir, mas que pulsava entre nós dois.
Quando ela avançou e pressionou a palma da mão contra a minha boca, o calor da sua