A vibração não cessou quando ela disse aquilo.
Ela se espalhou.
Pelas paredes.
Pelo chão.
Pelo metal da caixa.
Pelos cabos escondidos atrás da estrutura.
Pelos monitores apagados.
Pelo ar.
Como se o sistema inteiro tivesse entrado em um estado que jamais deveria existir — um ponto intermediário entre execução e colapso, entre expansão e falha, como se milhares de processos estivessem tentando decidir ao mesmo tempo qual realidade deveria continuar válida.
“Eu vou te mudar.”
A frase continuava r