A chuva havia parado.
Mas dentro daquela sala, parecia que uma tempestade ainda acontecia.
O nome permanecia na tela.
Helena Vasconcelos.
A irmã que ninguém mencionava.
A mulher que, segundo os registros oficiais, havia morrido décadas antes.
Helena Fundadora não conseguia desviar os olhos.
— Não pode ser...
Sua voz saiu fraca.
Arthur aproximou-se.
— Quem era ela?
Por alguns segundos, Helena não respondeu.
Parecia estar tentando decidir se abrir aquela memória destruiria algo que ainda restava