A voz ecoou pelos corredores escuros.
Metálica.
Distorcida.
Mas inconfundível.
— Finalmente encontrei vocês.
Helena.
O silêncio que se seguiu foi quase pior.
Porque ninguém sabia exatamente o que aquilo significava.
Arthur reagiu primeiro.
— Ela está aqui.
Gabriel já estava verificando o terminal portátil.
Os dedos tremiam sobre a tela.
— Não.
— Não?
— Acho que não.
Arthur virou-se.
— "Acho" não é uma palavra que eu queira ouvir agora.
Gabriel ampliou os dados.
Mais leituras.
Mais sinais.
Mais