Capítulo 12

Ariella

Acordei com sede.

Daquelas que grudam a língua no céu da boca e não deixam você ignorar. Virei de lado, tateei o criado-mudo atrás da garrafa de água. Encontrei. Ergui.

Vazia.

— Merda — murmurei no escuro.

Olhei para o lado. Sofia estava dormindo profundamente, Lina abraçada, os cabelos espalhados no travesseiro. Nem se mexeu quando eu me sentei na cama.

Três da manhã, pelo celular.

Levantei, enfiei o roupão por cima do pijama, abri a porta com cuidado.

O corredor estava escuro. Silenc
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