Ariella
A manhã passou num borrão.
Quando finalmente descemos as escadas de novo, eram quase onze e meia. Minhas pernas estavam moles, meu corpo inteiro doía de um jeito bom, e eu não conseguia parar de sorrir.
Alessandro segurava minha mão enquanto caminhávamos para a cozinha.
— Hai fame? — perguntou Alessandro. (Está com fome?)
— Morrendo — respondi.
Ele serviu café para mim, preparou uma torrada e colocou tudo na minha frente com um cuidado que parecia estranho vindo dele. O mesmo homem que