Ariella
Acordei com o calor do corpo dele ainda colado no meu.
Não sei quanto tempo passou. A luz pela cortina parecia diferente — mais escura, como se a noite ainda não tivesse terminado ou estivesse começando de novo. Olhei para o relógio na mesa de cabeceira: 5h47.
Alessandro dormia profundamente, o braço dele ainda pesado sobre minha cintura.
Mas algo em mim estava acordado. Alerta. E molhada.
A lembrança do que a gente tinha feito me excitava mais do que devia. Eu sentia o gosto dele aind