Capítulo 216 — O rosto de algo que nunca deveria existir
A dor começou antes mesmo da imagem.
Como se o próprio cérebro de Adrian estivesse sendo aberto por dentro.
Ele tentou gritar.
Nenhum som saiu.
Os cabos conectados à nuca pulsavam com uma luz fraca, sincronizada com o batimento irregular do coração dele.
A sala branca desapareceu.
Ou talvez tivesse sido engolida.
O espaço ao redor se tornou infinito.
Negro.
Mas não vazio.
Havia movimento.
Havia presença.
Havia… consciência.
Milhares.
Milh