O nome dele ficou ecoando na minha cabeça.Adrian Montenegro.Eu não fazia ideia de quem ele era, mas havia algo naquele homem que fazia o ar ao redor parecer diferente… mais pesado, mais intenso.Ele abriu a porta do carro novamente e fez um pequeno gesto com a cabeça.— Entre.Eu hesitei.Talvez porque minha mãe sempre dizia para não confiar em estranhos.Ou talvez porque, naquela noite, eu já tinha confiado nas pessoas erradas demais.— Eu não conheço você — falei.Ele apoiou o braço na porta do carro, completamente tranquilo.— Tecnicamente, você acabou de conhecer.Eu estreitei os olhos.— Isso não ajuda.Um leve sorriso apareceu no rosto dele.— Justo.A chuva continuava caindo forte, escorrendo pelo meu cabelo e pelo meu rosto.Eu estava completamente encharcada.Exausta.E emocionalmente destruída.Adrian olhou para mim por alguns segundos, como se estivesse avaliando alguma coisa.— Você tem duas opções agora — disse ele calmamente.— Quais?— A primeira é continuar parada aq
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