O som fraco do monitor ainda ecoava na sala.
Um batimento.
Depois outro.
Pequenos sinais de vida que pareciam milagres frágeis demais para confiar.
Lívia permanecia ajoelhada ao lado da incubadora, as mãos tremendo enquanto observava cada movimento mínimo do peito do bebê. As lágrimas continuavam caindo sem controle, mas agora misturadas a uma esperança dolorosa.
Ele estava vivo.
Por enquanto.
Adrian continuava parado do outro lado do vidro.
A mão ainda encostada.
O corpo rígido.
Os olhos fixos