Ficamos ali por alguns minutos que pareceram mais longos do que realmente foram, em um silêncio confortável, com o som leve da água e do vento ocupando o espaço que antes estava cheio de tensão. Eu ainda sentia a mão dele na minha, firme, constante, como se ele não tivesse intenção nenhuma de soltar… e, naquele momento, eu também não queria que soltasse.
— Você sempre traz alguém aqui? — perguntei, virando o rosto de leve na direção dele, com um traço de provocação.
Victor soltou um riso baix