Capítulo 153
A noite estava mergulhada em um silêncio absoluto e cortante, quebrado apenas pelo barulho melancólico do soprar das árvores lá fora, cujos galhos batiam de leve contra as vidraças. Elena piscou duas vezes, tentando processar a realidade, e saltou da cama em um sobressalto, o celular colado ao ouvido como se sua vida dependesse disso.
— Eliote?... — o nome dele escapou por seus lábios como um sopro, carregado de fantasmas do passado.
Do outro lado da linha, apenas o silêncio pesado