Respirando fundo, Doris enxuga rapidamente as lágrimas com as costas da mão e toca o ombro dele, que permanece de cabeça baixa, como se não tivesse coragem de encará-la novamente.
— Você não precisa ser perfeito, Hector — confessa. — Nunca precisou. Eu nunca estive aqui devido às suas virtudes. Estive porque, mesmo nas suas sombras, eu enxergava o menininho que o médico colocou em meus braços assim que nasceu.
Ela coloca a mão sobre a dele com ternura.
— E você merece, sim, ser o meu filho. Mesm