Mundo de ficçãoIniciar sessãoO portão de ferro rangeu de novo às costas deles, engolido pela névoa que parecia mais densa agora. A rua silenciosa refletia o frio crescente da madrugada, mas Tânia nem sentia. Não quando os passos de Cauã soavam tão próximos atrás dela. Não quando o ar ainda carregava o cheiro de folhas e tensão.
Cauã destravou o carro e abriu a porta para ela, sem dizer nada.— Educado, hein? — comentou Tânia, com um sorriso enviesado.— Só não quero que reclame depois que molho






