Ainda em frente à casa da mãe, Catarina se sentou na calçada ao lado de Henri. As mãos dela repousavam sobre os joelhos, inquietas. A apreensão era evidente, o medo da reação do pai ao vê-la novamente com Henri apertava seu peito.
Enquanto ficava assim, Henri percebeu.
— Fique calma — ele disse, tocando de leve a mão dela. — Tudo vai dar certo. Eu vou conversar com o seu pai… até ele entender o quanto amo você.
O tom era tão firme, tão decidido, que por alguns instantes a ansiedade dela deu lug