O coração dele disparou.
— Catarina? — chamou, com a voz trêmula.
Ela não abriu os olhos, mas o toque estava lá, real, firme, vivo. Henri levou a outra mão até a dela, segurando-a com cuidado, como se tivesse medo de que aquele milagre escapasse.
— Você está me ouvindo… — sussurrou, sentindo a emoção tomando conta. — Meu Deus… você está me ouvindo!
As lágrimas voltaram com força, escorrendo pelo rosto enquanto ele sorria, rindo e chorando ao mesmo tempo.
— Você precisa acordar, precisa abrir se