Vendo o que o pai acabava de fazer, Eloá se jogou na frente dele, tentando intervir.
— Para com isso, pai! A culpa não é dele, é minha!
— Não tente defendê-lo, Eloá, você não sabe como funciona a cabeça dos homens! — Saulo explodiu, com os punhos ainda cerrados.
— Pai, por favor, me escute — ela implorou, engolindo o choro.
— Esse safado foi para os Estados Unidos se aproveitar de você porque sabia que eu não estava por perto para protegê-la. — A voz de Saulo ecoava dura.
— Não, não foi isso —