No dia seguinte…
Denise não parava de chorar enquanto via a filha mais nova e o genro colocando as malas no carro, prontos para retornar aos Estados Unidos.
— Por que não ficam por aqui, hein? — perguntou, tentando controlar a voz entre soluços. — Você ainda pode começar a faculdade este ano, filha.
— E começar tudo de novo, se lá já estou bem adiantada? — respondeu Eloá, abraçando a mãe com força.
— Mas aqui poderíamos te ajudar com a Amelie. Além disso, a veríamos sempre…
— Sei que seria mais