O sol já se punha e a escuridão começava a envolver o campo. Montado no cavalo, Henri sentia cada músculo dolorido, exposto ao frio da noite e à pele arranhada pelo contato direto com o animal, sem sela. Desesperado, percorreu a estrada que cortava o canavial, sem rumo, torcendo para encontrar alguém que pudesse ajudá-lo. Mas, para seu azar, não havia uma alma viva à vista.
Seu nariz latejava, por conta do sangue escorrendo misturado à poeira da estrada. Tudo parecia um pesadelo do qual não con