Assustei-me com o diabo.
Ele aparecia do nada, como se teletransportasse usando sapatinhos de algodão, pois não conseguia ouvir seus passos quando chegava.
— Aurora, levanta daí, está chorando pelo quê agora?
— Nada, senhor, eu só estava distraída.
Me olhava como se esperasse alguma brecha para dizer algo.
— É pelo homem da ponte, não é? — Insinuou.
— Claro que não, nem o conhecia! — Neguei imediatamente.
— Ah, que pena, pois já descobriram a identidade dele, sabia? — Lamentou. — Mas, com