Sean acordou bem antes de Alexandra, corpo dolorido, mas mente clara. Apenas quatro horas de sono. Sete da manhã. Luz tênue filtrava pelas cortinas. Com cuidado quase reverente, levantou-se da cama. No andar de baixo, organizou um café: geleia de morango, torrada, café fresco. Arrumou tudo em uma pequena mesa redonda ao lado da cama. Sentou-se, observando Alexandra em sono profundo.
Os cabelos ruivos espalhados, o pijama de seda branco amassado. Um sorriso involuntário surgiu nos lábios de Sean