O "tic-tac" dos ponteiros ainda parecia ecoar na mente de Alexandra, mas agora, em seu apartamento, havia um foco diferente: Paris. Ela estava ali, a dois dias de embarcar para uma nova vida, sentindo uma mistura agridoce de determinação e a tristeza persistente do que estava deixando para trás e do que não deu certo. As malas estavam espalhadas pela sala, “semicompletas”, testemunhas silenciosas da sua decisão de fugir de Itajaí, da dor, da humilhação e da complexidade de Sean. Ela se movia pe