Analu
Eu tava perdida. Perdida no Cayo, no jeito que ele me fazia sentir, no jeito que ele bagunçava tudo que eu achava que era certo. Cada encontro com ele era como pular de um penhasco: assustador, excitante, viciante. Depois do show de rock no barzinho, com aquele beijo na porta que me deixou sem ar e o toque dele queimando na minha pele, eu sabia que não tinha mais volta. Ele tava cravado em mim, como uma música que não sai da cabeça, e tudo em mim queria ele. Mas, ao mesmo tempo, o peso da