Analu
Ele grudou na minha boca, no meu corpo. Quando nos separamos para respirar, o mundo tinha se reduzido àquele quarto de motel, ao rangido da cama sob nosso peso, ao cheiro dele misturado com o meu suor. Seus olhos escuros queimavam como carvão, refletindo a luz fraca do abajur que pintava nossa pele de tons âmbar.
— Deita de bruços. — ele ordenou, sua voz um rosnado baixo que fez algo dentro de mim se contrair de antecipação.
Me deitei sobre os lençóis ásperos, a sensação do tecido barato