Enquanto isso, do outro lado da cidade, Jano saiu da empresa, onde a rotina apressada e as demandas incessantes pareciam um mundo distante, e seguiu diretamente para o hospital.
—Cada passo em direção ao prédio branco, com a cruz vermelha iluminada pela luz noturna, parecia mais pesado do que o anterior.
— Estava exausto, tanto física quanto emocionalmente, mas não conseguiria ir para casa sem antes obter uma resposta para as perguntas que o martelavam na mente: — Como está Armand mamãe, houve alguma mudança?
O corpo dele reagiu à medicação?
— O relógio na parede do hospital indicava que horas preciosas haviam se esvaído, mas para Jano, cada segundo era uma eternidade.
—Ao chegar, encontrou seus pais na recepção, ambos segurando canecas de café, suas expressões exibindo o cansaço acumulado, como se cada espera ali fosse um peso a mais sobre seus corações.
— A sala de espera, com suas cadeiras frias e luzes fluorescentes, parecia um reflexo da i