Mundo ficciónIniciar sesiónO JANTAR E O PEDIDO
A enfermeira tinha acabado de levar os trigêmeos para o quarto de descanso quando Gemima finalmente pôde respirar.A casa estava silenciosa pela primeira vez naquele dia — um silêncio pequeno, doce, como se até as paredes estivessem agradecendo pela trégua.O cheiro do jantar preenchia a cozinha:arroz quentinho soltando vapor, legumes salteados com manteiga, e o leve aroma do filé grelhado que Jano havia preparado com as próprias mãos.Um detalhe simples, mas que dizia muito: ele estava tentando ser marido, pai, parceiro… tudo ao mesmo tempo.Gemima passou a mão pelo rosto, sentindo a pele quente da exaustão, mas também o conforto de estar vivendo um amor que nunca imaginou ter.E foi nesse instante que Jano se aproximou, tocou sua cintura com carinho e sussurrou com aquela voz que sempre fazia seu coração amolecer:— Vamos jantar, meu amor?Ela sorriu — um sorriso suave, meio tímido, meio cansado.






