VINCENT
Saí do escritório da presidência acompanhado por Arthur, e o som das nossas risadas ecoava pelo corredor de mármore, agora quase deserto. Era estranho, quase surreal, ver o homem que eu conhecia desde a faculdade — o herdeiro implacável, o "tubarão" que devorava empresas no café da manhã — agindo como um adolescente nervoso por causa de um pedido de casamento.
— Você está patético, Valente — eu disse, dando um tapinha no ombro dele enquanto caminhávamos para o elevador privativo. — O ca