— Obrigada por me salvar desse louco, mas eu tenho que ir. — Agradece. — Estou atrasada.
— Tenho uma carruagem muito potente. Quer carona? — aponto o carro.
Ela só me olha desconfiada.
Levanto os braços em rendição e vou até o carro estacionado bem perto.
— Calma, docinho. — Abro a porta. — Eu não mexo com menores. Depois que fizer vinte e um a gente conversa.
Convencida, ela vem em minha direção e entra no carro.
— E como você fugiu? Porque eu duvido que tenham te deixado sair sozinho — pergun