Minhas mãos se apertaram contra a saia, tentando acalmar o medo que tomava conta de mim e controlar os batimentos descontrolados do meu coração.
Era um mundo completamente desconhecido, assustador em sua totalidade.
— Ajoelhe-se. — Eu me encolhi ao ouvir sua voz atrás de mim.
Me ajoelhei, obediente, um desconforto agudo invadiu meus joelhos ao tocar o chão frio e duro.
Tavon assentiu um sorriso de satisfação no rosto, seus olhos brilhando com uma luz perturbadora:
— Você é obediente, boa menina.