54- Uma semana.
Ele não acreditou em mim.
Então o empurrei com mais força… e gritei:
— Socorro!
A reação foi imediata. Ele tapou minha boca com a mão grande, firme, me obrigando ao silêncio. Seus olhos me prenderam — frios, duros, perigosos.
— Fique quieta… vou te soltar.
A voz saiu baixa, controlada.
Aos poucos, o aperto se desfez.
Assim que ele se afastou, um sorriso escapou.
Eu comecei a rir.
Ri dele… ri de mim… da situação inteira, absurda demais para caber em qualquer lógica.
— Por que está rindo? Está se