165- Único culpado.
O delegado, o escrivão e os policiais assentiram.
Melanie os acompanhou com os olhos até a porta se fechar.
O advogado puxou a cadeira e se sentou de frente para ela.
— Então, o que está acontecendo?
— Eu não sei.
— Ah, você sabe. Se não me disser exatamente o que sabe, como posso ajudá-la?
— Você é o advogado da empresa, não é? Ganha uma fortuna...
— Sim, e faço meu serviço. Não tenho como fazê-lo se você não colaborar.
— Eu não sei de nada. Só bateram à minha porta pela manhã dizendo que ajud