O cheiro é o primeiro a me atingir.
Sangue seco. Ervas amargas. Madeira velha.
Abro os olhos devagar. A luz é fraca, mas suficiente para me lembrar que não estou mais na estrada.
Estou viva.
O teto acima de mim é de madeira escura, com vigas expostas.
Há uma lareira acesa em algum canto, mas o calor não chega até mim.
Estou deitada numa cama firme, coberta por lençóis ásperos e um cobertor pesado.
Meu corpo dói. Cada músculo parece ter sido arrancado e costurado de volta.
Tento me mo