Francine entrou na cozinha e jogou o pano de prato sobre a bancada com mais força do que o necessário.
— Malu, eu preciso descobrir o que o Dorian tá tentando fazer.
Malu, que mexia o café como quem fazia um feitiço, não tirou os olhos da xícara.
— Fiquei sabendo que ele deu bom dia até pras plantas hoje, né?
— Que espécie de maluco ele virou?
— Culpa sua! Não foi você que deixou o homem louco ontem no quarto?
Francine arregalou os olhos e logo desviou o olhar, como se a própria memória fosse i