O silêncio do galpão foi quebrado pelo som apressado de passos.
Francine prendeu a respiração.
Tinha se enfiado entre duas caixas enormes, tentando parecer parte da decoração.
Se pelo menos tivesse um papel higiênico por perto, a encenação seria perfeita.
O capanga apareceu, cambaleando. A testa ainda vermelha da cabeçada que levara.
— Ei! — ela gritou, fazendo sinal com as mão para ele parar, antes que pudesse alcançá-la. — Dá licença! Posso ter pelo menos um pouco de privacidade pra fazer as