Mundo de ficçãoIniciar sessãoAngelina Clark
A quinta-feira estava ensolarada e agradável quando saímos da clínica, carregando conosco a melhor das notícias. Os exames iniciais para a inseminação haviam sido um sucesso absoluto. Estávamos mais do que aptos para seguir com o processo, e o melhor de tudo: ambos saudáveis em todos os sentidos. Felipe parecia radiante. Havia um brilho nos olhos dele que eu raramente via, uma felicidade genuína que fazia meu coração bater mais forte—e, ao mesmo tempo, doer um pouco. Porque, no fundo, eu sabia que estava apaixonada por alguém que não queria uma namorada. Alguém que, talvez, nunca me enxergasse da forma como eu o enxergava. — Deu tudo certo, Fe! — exclamei, sorrindo para ele. Ele me olhou com tanta ternura que por um segundo meu coração quase acreditou que esse era um sonho nosso, e não apenas dele. — Obrigado por isso, Angel — disse, a voz carregada de emoção. — Meu sonho só vai se realizar graças a você. Sorri, sentindo um calor gostoso no peito. Eu sabia o quanto esse momento significava para ele. — O que acha de almoçarmos e bebermos um pouco para comemorar? — sugeriu animado. — Bom, beber eu não sei… mas comer, com certeza, vai ser ótimo! Ele riu e passou o braço pelos meus ombros de maneira descontraída enquanto caminhávamos até o carro. Assim que ele ligou o rádio, a música preencheu o espaço e, como sempre, acabamos cantando juntos durante o trajeto, rindo das nossas vozes desafinadas. Ao chegarmos na casa dele, não consegui evitar o encanto de sempre. Era uma casa enorme, imponente, mas ao mesmo tempo sofisticada e aconchegante. — Sua casa é incrível — comentei, admirando os detalhes da arquitetura e da decoração. — Eu ainda fico impressionada toda vez que venho aqui. Felipe sorriu com orgulho, jogando as chaves sobre a mesa da entrada. — Escolhi tudo a dedo. Queria que fosse perfeita. E realmente era. Assim como ele. — Você vai cozinhar hoje? — perguntei, seguindo-o até a sala. — Pensei em pedir comida chinesa e abrir um vinho para brindarmos. Meus olhos brilharam. — Você sabe mesmo como conquistar uma garota, hein? Eu amo comida japonesa! Ele riu e caminhou até o minibar no canto da sala, pegando uma garrafa de vinho. Enquanto isso, me joguei no sofá, observando-o com um misto de admiração e frustração. Ele fazia tudo parecer tão natural… Minutos depois, Felipe retornou com duas taças de vinho e se sentou ao meu lado. Ele me ofereceu uma e ergueu a sua no ar. — Sei que você não bebe muito, mas hoje precisamos comemorar. — Bom… uma ocasião especial merece um brinde especial, né? Ergui minha taça, olhando nos olhos dele. — Ao seu futuro filho. Felipe sorriu, mas, antes de bater sua taça na minha, corrigiu-me suavemente: — Ao nosso futuro filho. O choque daquela frase percorreu meu corpo como um arrepio. Meu coração vacilou por um segundo, mas antes que eu pudesse processar o que isso significava, brindamos e bebemos o vinho de um só gole, rindo da nossa pressa. E ali, no meio de uma comemoração que deveria ser leve e despretensiosa, eu percebi o quanto já estava envolvida. O quanto esse bebê não era apenas um sonho dele, mas de alguma forma, havia se tornado meu também. — Sabe qual a parte positiva de tudo isso? — Felipe pergunta, me olhando com um brilho no olhar. Viro o rosto para ele, curiosa, e balanço a cabeça, indicando que não sei a resposta. — A mãe do meu filho é uma mulher incrível… — ele diz com um sorriso sincero — e uma amiga ótima também. Meu peito aquece com suas palavras. Abro um sorriso, sentindo uma leveza inexplicável. — Saber que você é esse cara maravilhoso, que seu sonho sempre foi ser pai, me faz ficar tranquila em deixar essa criança nas suas mãos. O silêncio se instala entre nós. Mas não é desconfortável. Pelo contrário. Há algo elétrico no ar, algo que faz com que nossos olhos se prendam um ao outro. Como em uma cena de filme, nossos rostos começam a se aproximar, como se um imã invisível nos puxasse. Meu coração b**e forte, e, por um momento, tudo o que quero é sentir seus lábios nos meus. Mas então… Ding-dong! A campainha toca, rasgando o momento no meio. Eu praticamente ouço o som do encanto se despedaçando ao nosso redor. Felipe solta um riso sem jeito, passando a mão pela nuca antes de se afastar e ir até a porta. Respiro fundo, tentando recuperar o ar que eu nem sabia que estava prendendo. Ele volta logo em seguida, carregando algumas sacolas com o logo do restaurante japonês. Nossos olhos se encontram, mas ele apenas sorri e ergue as sacolas. — Nossa comida chegou. Forço um sorriso, tentando afastar a frustração que borbulha dentro de mim. Talvez seja melhor assim. Talvez eu estivesse só me iludindo… de novo. Felipe arruma a mesa com rapidez e naturalidade, pegando pratos, hashis e trazendo a garrafa de vinho. Ele se senta à minha frente e serve mais um pouco para nós dois. Dou a primeira garfada no sushi e fecho os olhos por um segundo, saboreando o gosto suave do arroz, do peixe e do molho shoyu. — Hmm… isso está uma delícia! — digo, animada. Felipe sorri satisfeito. — Realmente, esse é o melhor restaurante japonês da região. Não tem erro. Continuamos conversando enquanto comemos, como sempre fazemos. Tudo flui com tanta facilidade entre nós… Nosso humor se complementa, nossas risadas se misturam, e há uma sintonia tão natural que, por um breve momento, minha mente se perde em uma fantasia. Imagino como seria se fôssemos um casal de verdade. Se, ao invés de apenas compartilhar a criação de um filho, compartilhássemos também o amor, o cotidiano, os sonhos. Se esse jantar fosse apenas mais um de tantos que teríamos juntos. Olho para Felipe, que está distraído pegando um pedaço de sashimi, e me pergunto se, em algum canto da sua mente, ele também já pensou nisso. Terminamos nosso almoço e, entre uma taça de vinho e outra, a leve embriaguez nos envolvia como uma nuvem de despreocupação. O riso vinha fácil, solto, preenchendo a sala com uma energia leve e gostosa. — Acho que bebemos demais, hein? — Felipe diz, piscando para mim com um sorriso torto. — Talvez só um pouquinho de nada… — faço um gesto mínimo com os dedos, rindo junto com ele. Nos levantamos da mesa, ainda sob o efeito do álcool e da alegria do momento. Mas, ao dar um passo, sinto meu pé falhar, e num instante estou prestes a cair—até que braços firmes me seguram. Meu corpo encontra o dele num encaixe perfeito. Meu coração dispara. O riso morre aos poucos nos nossos lábios, dando lugar a um silêncio carregado de tensão. Nossos olhares se prendem, como se estivéssemos em uma cena de filme em câmera lenta. — Eu quero muito te beijar… — Felipe sussurra, sua respiração quente roçando minha pele. Meu coração vacila, mas meu corpo já sabe a resposta antes mesmo que eu possa pensar. Sem dizer nada, deslizo a mão até sua nuca, puxando-o para mais perto. E então, nossos lábios se tocam. O beijo começa suave, hesitante, como se ambos ainda tentássemos entender o que estava acontecendo. Mas logo se intensifica, ganhando mais entrega, mais urgência. As mãos dele descem para minha cintura, puxando-me para ainda mais perto, como se quisesse apagar qualquer espaço entre nós. E, naquele momento, tudo ao nosso redor desaparece. Separamos nossos lábios por falta de ar, nos ainda nos encarávamos, não deu muito tempo pra pensar, por que Felipe puxou meu rosto novamente, dessa vez o beijo tinha desejo, fogo, urgência. Ele passou a mão por minha coxa me dando um impulso pra prender as pernas em volta da sua cintura, e caminhou comigo ate a sala. Me deixou no chão, nossos lábios se separaram, mas seus beijos desceram pro meu pescoço, e eu gemi apertando uma coxa na outra – eu quero muito isso Angel, mas preciso saber se você também quer – diz no meu ouvido — Eu quero – sussurro Eu estava muito molhada e com muito tesão pra desistir disso, claro que tem um pouco de álcool nessa decisão, mas cara esse homem é um pecado não da pra resistir. Ele se afastou um pouco de mim, observo ele tirar a camisa, depois o tênis, a calça e fica só com uma cueca branca que marcava perfeitamente seu pau, mordo os lábios, tiro meu vestido jogando o mesmo no chão, tiro meu tênis, sutiã e calcinha, sim fico nua em sua frente. — Você é muito gostosa – ele diz tirando a cueca sem tirar os olhos de mim. Ele me puxa pela mão de leve, ele se senta no sofá e me puxa pra sentar no seu colo, me sento sem penetrar, mas sinto seu membro quente na minha buceta deixando ela ainda mais molhada. Rebolo de leve, pra me ajudar com tesão e gemo, Felipe puxa meu corpo fazendo meus seis ficarem no rumo do seu rosto, sinto uma das suas mãos apertarem meu seio, e depois sua boca nele, ele sugava o bico e dava leves mordidas, eu sentia seu membro pulsar em baixo de mim, eu estava o desejando da mesma forma. — Eu não aguento mais Fe – digo Me levanto um pouco, seguro seu pau encaixando na minha entrada e sento devagar, eu e o Fe gememos juntos. Começo rebolando leve no seu colo, sentindo ele puxar meus cabelos de leve expondo meu pescoço e dando leves mordidas e beijos nele. Nossos gemidos são baixos, com a mão livre ele acerta um tapa na minha bunda e eu mordo o lábio. — senta rápido pra mim Angel – ele sussurra em meus lábios Beijo seus lábios de leve, mordendo seu lábio E faço o que ele pede, cavalgo com vontade nele, nossos gemidos ficam mais altos, e isso fica cada vez mais gostoso. Eu estava quase chegando lá, quando ele abraça meu corpo com forca me fazendo parar – fica de quatro Sai do seu colo, e faço assim como ele pediu, e empino bem, viro o rosto pra encara-lo Ele morde os lábios estapeando minha bunda, de uma forma gostosa, antes de se enterrar com tudo em mim, me fazendo gritar. Seus movimentos são fortes e rápidos, levo minha mão ao meu clitóris, massageando, meus gemidos eram altos, e isso parecia o deixar com mais vontade, eu estava suada e estava muito perto de gozar. — Não para eu estou quase – gemo entre as palavras Ele acelera e se move de um jeito delicioso, e eu gozo gritando seu nome, mas pra minha surpresa ele não para, continua no mesmo ritmo, e eu gozo mais uma vez dessa vez mais intenso e acho que isso faz com que Felipe goze também gemendo meu nome. Ele sai de mim com cuidado, eu me ajeito no sofá e dou espaço pra ele deitar ao meu lado, ele me puxa pra me ajeitar no seu peito, fecho os olhos e me entrego ao cansaço.






