O horizonte ainda carregava marcas do que havia sido tocado, dobrado e quase rompido. Nada visível a olhos comuns, mas quem permanecia ali sentia: o mundo respirava de outro jeito. Mais atento. Mais frágil. Mais vivo.
Josette caminhava de um lado para o outro, incapaz de ficar parada. Havia um nó em seu peito que não se desfazia desde o encontro com o eco. Uma ansiedade antiga, íntima, que não vinha da Consciência Maior nem das estrelas negras — vinha da ausência de alguém muito importante pra