Luna deu o primeiro passo.
Ela não parecia mais assustada, não correu, nem chorou. Deu um passo pequeno, quase tímido, mas definitivo. Deixou o seu ursinho cair no chão frio do quarto, como se abandonasse ali o último vestígio da infância que ainda a ancorava. A mão de Azrael envolveu a dela — fria e inevitável.
O mundo pareceu se fragmentar.
Fazendo a casa desaparecer em uma espécie de estalo silencioso. O ar se dobrou, as paredes se dissolveram, e Luna sentiu o corpo ser puxado para dentro