Demorou algum tempo até que conseguíssemos nos levantar.
O céu permanecia estranhamente normal. Azul pálido. Nenhuma fenda. Nenhum pulso negro. Ainda assim, todos sabíamos: a estrela não tinha ido embora.
Alexander foi o primeiro a quebrar o silêncio.
— Precisamos sair daqui.
Sua voz não carregava urgência, mas responsabilidade. A mesma que ele sempre demonstrava quando pensava no futuro — especialmente no futuro dos filhos que sentiriam tudo aquilo através das consequências que ainda viriam.
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