— Nossa, acho que nunca senti tanta fome — falei sem conseguir colocar mais nada na boca. Tornei-me uma esganada faminta, excitada.
Dois toques suaves na porta.
Um sorriso involuntário de dona encrenca a caminho da entrada anunciava problemas. Raciocinei: Marcos não costumava bater à porta, ele era de casa, então... quem...
— DAVID! — Engasguei-me, tossindo descontroladamente.
— Aurora, levanta os braços, ajuda muito — ela sugeriu, gozando com a minha cara. O que me restou era tentar não morrer