Clarice Martins
De primeiro momento me vi indo devagar em busca do limite daquele homem, mas assim que alcancei o nível mais baixo, eu que arfei e soei quase em desespero pelo quarto.
Ele era igual à minha lembrança, não precisou de mais nada, era sempre o ponto “G” alcançado de qualquer maneira.
Eu estava ganhando a melhor visão, tendo aquele homem sob mim enquanto eu atacava com a minha melhor luta dançante.
Suas expressões atentas e calmas ao fechar os olhos por alguns momentos e apreciar quando os reabria ofegante me faziam ainda mais mole.
De repente, quando acreditei o ter ganhado, ele apertou meus quadris sobre ele e me pressionou ali. Eu tinha perdido o jogo sem sucesso — era o que pensava. Mas ele me elevou com necessidade, chegando ao clímax junto comigo.
Quando se recuperou, me deitou sobre ele e trocou nossas posições.
— Cinco anos, Clarice. — Seus olhos escanearam meu estado quase febril e mole.
— Dificilmente se tem sucesso de captura com alguém que já espreit