Clarice Martins
Eu tinha que procurar ajuda psicológica, era certo. Principalmente se conviveria com alguém como ele.
Nossa conversa não se estendeu. Ele se levantou e, desculpando-se, começou a falar:
— Vou deixá-la descansar por agora. Mas posso voltar novamente, se permitir.
— Ficaria feliz em ter a companhia do meu vizinho para me fazer sentir que estou em casa. — brinquei.
Ele sorriu e concordou, indo embora em seguida. Minutos depois, Laura surgiu no quarto — a princípio, feito um fu