Capítulo 145
Narrado por Aaron
A porta pesada do galpão se fechou atrás de mim com um rangido grave, abafando os gritos que vinham de dentro. Ezequiel ficou lá. Ele parecia se alimentar daquilo. Eu não era mais útil, Vlades já era. Estava quase morto.
Afastei-me rápido, sentindo a adrenalina começar a ceder lugar à dor no ombro. O curativo já estava saturado e latejava.
Foi então que ouvi a voz dela:
— Aaron! Vem aqui, preciso trocar esse curativo.
Era Luciana. Uma das empregadas