Eliza havia ido até o meu prédio, ligado e pedido para eu descer. Desde o primeiro segundo, eu soube que algo não estava bem. O jeito como a voz dela vacilou no telefone, a hesitação entre as palavras… aquilo não era a Eliza que o mundo conhecia. Quando entrei no carro e vi seus olhos marejados, a inquietação, o nervosismo que ela tentava disfarçar, tive a confirmação: algo a estava destruindo por dentro.
E eu, como um idiota, tinha pedido que ela dirigisse até o prédio onde morávamos quando ér