Naquela noite, ninguém iria embora. Todos permaneceriam do lado de fora do quarto, em vigília.
Ficar esperando sem fazer nada não adiantava, então Ademir mandou trazer alguma comida.
— Karina, coma alguma coisa.
— Daqui a pouco. — Karina assentiu com a cabeça.
Se apoiando em Patrícia, Karina se levantou:
— Patrícia, me acompanha até o banheiro?
— Claro. — Patrícia a amparou e foram juntas.
Quando voltaram, Ademir tentava convencer Vitória:
— Coma um pouco, ok?
— Não consigo. — Vitória balançou a