— Sr. Ademir. — Patrícia se aproximou, segurando uma bacia com água, e apontou para Karina. — Dê uma lavada nas mãos dela.
— Está bem. — Ademir assentiu e segurou as mãos de Karina.
Franziu a testa, sem conseguir evitar.
As mãos dela estavam completamente cobertas de sangue...
Enquanto Patrícia segurava a bacia, Ademir mergulhou as mãos de Karina na água e começou a esfregá-las delicadamente, lavando os vestígios do sangue. Depois, secou-as com uma toalha.
Uma lágrima grossa caiu, estourando sob